
O cartaz “Seja marginal, seja herói”, de Rico Lins, foi feito recentemente, e exposto na “Mostra Brasil em Cartaz” na França e depois Suiça.
Neste cartaz há técnicas que surgiram com o Construtivismo Russo; poucas cores, tipografia em caixa alta e grande são marcantes nos cartazes daquela época.
“O cartaz brasileiro é o retrato de uma utopia: não tem lugar na sociedade, nem financeiramente, nem sobre os muros. Mas é através dessa marginalização que ele encontra sua força e, acima de qualquer outra expressão gráfica, o espaço para a experimentação”, diz Rico Lins.
