Hollis diz em seu livro “Design Gráfico: uma história concisa”, que “Nos primeiros anos da revolução, os pôsters tornaram-se oradores políticos, gritando slogans visuais e ilustrando alegorias políticas. À medida que a revolução avançava, lançava mão de recursos da fotografia e da perícia dos designers especializados em cartografia e apresentações gráficas de estatísticas; a união desses dois recursos produziu imagens que transcendiam a objetividade na representação poética do romance do progresso”.